quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Julgamentos e mais julgamentos...

O verbo julgar significa: "Decidir, resolver como juiz ou como árbitro, lavrar ou pronunciar sentenças". E quando fazemos isso estamos tão cheios de justiça que nem pensamos que este ato tem um significado muito profundo.

"A quem foi dado o poder de julgar os vivos e os mortos?"

A resposta está em João 5.19-27.


Julgamentos são sempre precipitados.

Julgamos sempre pela aparência.

Estando errados ou não julgamos.

A nossa natureza tem a tendência de sempre se julgar superior ao outro.

Julgamos sendo julgados.
 
Julgamos mesmo sem julgar.

 Mesmo querendo acertar julgamos.

O maior julgador é aquele que acusa os outros de o julgarem.

Existem várias formas de julgar. Avaliar, apontar ou liberar um "achismo".

Aquele que julga nunca conhece os dois lados da história. Ou da moeda.

Sempre é tendencioso para aquilo que acredita ser verdade.

Julgamos sem entender. Sem conhecer. Ao invés de pedir uma explicação. Preferimos ficar com o nosso 'prejulgamento', que já está calejado e apurado.

"Quem julga as pessoas não tem tempo para amá-las."

- Madre Teresa de Calcutá

Então ao invés de usarmos nossa autodefesa julgando de antemão alguém, precisamos tentar nos colocar na situação desse alguém.

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