sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Hostages



Agora que o primeiro passo já foi dado... vou compartilhar um pouco do que aprendo vendo séries. Assisti na última segunda (30/09/2013) a estreia da série Hostages. A trama se desenrola da seguinte maneira:

Uma família aparentemente comum é feita de refém dentro de casa. Porém, nada é o que parece. Ao longo do episódio descobre-se que o sequestrador não é uma pessoa tão ruim assim e que a primeira vista inocentes sequestrados escondem muito mais segredos do que estão dispostos a admitir. A doutora Ellen Sanders, além de esposa e mãe de dois filhos, é uma médica conceituada que fará uma cirurgia cardíaca no presidente dos Estados Unidos no dia seguinte. Rapidamente, fica claro que esse é o motivo pelo qual ela e sua família foram sequestrados. Os criminosos querem obrigá-la a assassinar o presidente sem deixar vestígios durante o procedimento cirúrgico.

A questão que me veio a mente após o fim do primeiro episódio, onde toda essa teia foi traçada, é:

"Fazer o que é certo ou o que é conveniente?"

A médica recebeu a incumbência de trocar um medicamento no procedimento cirúrgico que terá de efetuar no presidente para que ele morra. Caso ela faça o que foi proposto, seu marido e filhos sobreviverão, mas caso ela não faça isso, todos morreram.

Não vou ser ignorante a ponto de perguntar o que você faria, pois creio que somente estando nessa situação é possível mensurar as coisas, só não sei se é possível pensar ou agir de forma racional sem ser levado pelas emoções.

Em certo momento de sua vida, Jesus compartilhou com seus discípulos sobre as dores que haveria de passar e Pedro perguntou para Ele:

"'Senhor, para onde é que o senhor vai?' Jesus respondeu: 'Você não pode ir comigo agora. Fará isso mais tarde'. 'Senhor', insistiu Pedro, 'por que não posso segui-lo agora? Eu daria minha vida pelo senhor!' 'É mesmo? Você daria sua vida por mim? A verdade é que antes que o galo cante você vai me negar três vezes'."
João 13.36-38

Acredito que nem preciso continuar esta história, pois todos já sabem o seu fim.

A palavra hostages significa reféns. E o que acaba acontecendo é que ficamos reféns de tantas coisas em nossa vida. Reféns de palavras, reféns de pessoas, de sentimentos, de dinheiro... mas até que ponto nos submetemos a esta posição de reféns?

A reflexão que quero trazer é que este dilema existe em nossas vidas também. Todos os dias somos como ovelhas indo para o matadouro. Todos os dias propostas como estas são feitas a todos nós (sem exceção). A diferença sempre é a forma como reagimos, como recebemos isso. Se a nossa fé esta alicerçada na Rocha que é Cristo, a nossa conduta irá sempre refletir a d'Ele. Mas se os nossos olhos, estiverem somente aqui, nas coisas desta terra, acontecerá o mesmo que ocorreu com Judas.

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