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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

"Então é Natal..."



Esse trecho é quase impossível de ser lido sem se cantarolar a canção de Natal, eternizada pela voz da cantora Simone, no cd intitulado de '25 de Dezembro'.


Mas ainda existem muitos equívocos sobre o real significado do Natal. Veja o vídeo abaixo:

Espírito Natalino

O Natal além de uma data utilizada para aumentar as vendas do comércio, se tornou um espírito. É, isso mesmo. Um espírito chamado natalino.


"A palavra espírito apresenta diferentes significados e conotações, a maioria deles relativos a uma substância não-corpórea em contraste com o corpo material. A palavra espírito é muitas vezes usada metafisicamente para se referir à consciência ou personalidade. As noções de espírito e alma de uma pessoa muitas vezes também se sobrepõem, como tanto contraste com o corpo e ambos são entendidos como sobreviver à morte do corpo na religião e ocultismo, e "espírito" também pode ter o sentido de "fantasma", ou seja, uma manifestação do espírito de uma pessoa falecida. O termo também pode se referir a qualquer incorpóreo ou ser imaterial, tais como demônios ou divindades, no cristianismo especificamente se refere ao Espírito Santo, vivido pelos discípulos no Pentecostes."

Fonte: Wikipédia

Não quero que pensem que estou inventando uma heresia ou algo do tipo. O Espírito Natalino é o ato de mudar as atitudes durante somente um fase do ano. Ou melhor dizer, por alguns dias, horas ou minutos? Não falo como alguém que seja bom durante o ano todo, mas com relação a hipocrisia que nos envolve nesta época.

O que muda são as cores, as luzes e o perfil das pessoas. Vivem nessa fase do ano aficionadas com os devidos afazeres e com as infindáveis compras. As filas são imensas. Quando alguém lhe é compassivo, lhe concedendo um ligar na fila, outros se sentem injustiçados. Aonde está o real significado das coisas?

Ninguém pode cortar meu lugar na fila, mas eu posso me sentir 'abençoado' por conseguir um lugar na frente dos outros...

Confesso (acho que este local está se tornando um confessionário para mim, rs) que algumas convenções sociais me incomodam. É aquela velha história: sentimos mais falta de quem não vemos com muita frequência do que para com aqueles que residem no mesmo recinto que nós. Por este motivo, tudo devia ser mais simples. Mas se a intenção sempre é de agradar aquele a quem não se vê com certa frequência ou fazer para honrar alguém sem pretensão. Não estou aqui para julgar a intenção dos corações, estou apenas como alguém que quer ver e viver em um mundo melhor. Onde haja tudo o que há na época de fim de ano, o ano inteiro.

Abaixo um vídeo que conta o real significado desta data:


Quando digo que o que acontece no natal, deve acontecer o ano todo, falo com relação ao amor que as pessoas manifestam. Existe perdão, união, carinho... Eu sei que a mudança que eu quero ver no mundo precisa começar em mim, por isso que peço a Deus que me ajude a manifestar essas coisas em todo o tempo. É extremamente difícil, mas não impossível.

Jesus nasceu para que tivéssemos acesso a Deus como Pai. Ele deve ser o nosso maior exemplo de vida. Vamos olhar para Ele todos os dias, para que este espírito natalino posso perdurar por todos os dias de nossas vidas!

domingo, 22 de dezembro de 2013

Meu amigo secreto é...

Ontem a noite, ou melhor, a poucas horas participei de um amigo secreto. Confesso que gosto dessa brincadeira e que estava triste por não poder participar este ano, mas graças ao bom Deus (um certo exagero agora, rs) semana passada fizemos um sorteio.

A pessoa que eu tirei é uma pessoa muito especial para mim. Uma companheira e uma guerreia que não busca as coisas de forma egoísta para si mesma (sei que fui redundante, mas vou deixar assim para que a ênfase seja entendida), mas por toda a sua família. Um verdadeiro exemplo de Fé.

Após ler o texto abaixo, minha concepção quanto a esta brincadeira mudou. Me lembro das minhas decepções quando recebia meus presentes, mas essa última experiência me fez ver que realmente, melhor é dar do que receber um presente. E que isso vai além.

Veja o texto na íntegra:


 Dezembro é um mês festivo. A caminhada ao fim do ano deixa a atmosfera impregnada de comemoração. O pessoal da igreja, da família, da empresa, da escola faz confraternizações pra celebrar mais um ano que se passou, pra relembrar dos momentos especiais, pra festejar o Natal e dizer “seja bem-vindo!” ao Novo Ano.

Não imagino o mês de dezembro sem o tal do “amigo secreto”. É regra, tem que ter. Todo fim de ano, pelo menos de um “amigo secreto” você vai participar. Dezembro sem “amigo secreto” não é dezembro.

A origem dessa brincadeira é incerta. Alguns dizem que foi no século XVIII, na Escandinávia. Veio a ficar popular, entretanto, durante a crise de 1929, período de recessão que fez o dinheiro das famílias ficar bastante escasso. Com o “amigo secreto”, porém, todo mundo poderia ganhar presente e economizar ao mesmo tempo. Enquanto os anos passavam, o “amigo secreto” tornou-se tradição.

E todo mundo tem uma história de “amigo secreto” pra contar. Todos nós já nos demos mal na brincadeira, ganhando, muitas vezes, um presente aquém de nossas expectativas. Vamos lá, animados e, quando abrimos o presente, vemos que é um hipopótamo porta-recados. Damos um sorriso amarelo na hora, mas depois ficamos reclamando. “Gastei a maior grana, dei um presente bom e olha o que me deram!”. Ou então, enquanto estamos tentando descobrir que tirou nosso nome, ficamos torcendo pra que não tenha sido a Mariazinha, famosa por dar presentes “fracos”. Queremos que o Joaquim, que tem fama de comprar os melhores artigos, tenha nos tirado. Quando é a primeira opção que acontece, ficamos tristes, desapontados, irritados.

É que, como sempre, invertemos os valores. Esquecemos que o melhor é dar, não receber. O propósito da brincadeira é SER um amigo secreto, não TER um amigo secreto. Se penso dessa forma, de que o amigo secreto SOU eu, não vou me incomodar com o presente que ganhei, afinal, ser presenteado não era meu objetivo, mas sim presentear. Olha só o que Jesus ensinou:

“Quero convencê-los a relaxar, a não se preocuparem tanto em adquirir. Em vez disso, prefiram dar, correspondendo, assim, ao cuidado de Deus. Quem não conhece Deus e não sabe como ele trabalha é que se prende a essas coisas, mas vocês conhecem Deus e sabem como ele trabalha. Orientem sua vida de acordo com a realidade, a iniciativa e a provisão de Deus. Não se preocupem com as perdas, e descobrirão que todas as suas necessidades serão satisfeitas” (Mateus 6: 31-33, A Mensagem. Grifo do autor).

E Paulo, citando o Senhor: “vocês são mais felizes dando que recebendo” (Atos 20:35, A Mensagem).

Esperamos o que iremos receber, pois acreditamos que isso é o melhor. A verdade ensinada pelo Mestre é que somos mais felizes quando damos. Quando FORMOS o amigo secreto, não ficaremos tristes porque compramos um presente caro e ganhamos um baratinho. Nossa alegria será por termos feito alguém contente com nosso presente. Assim, seguiremos o exemplo de Jesus e de seu Pai. Deus deu seu Filho por nós. Jesus deu a sua própria vida para salvar o ser humano perdido, sem esperar retribuição de nossa parte. Além disso, Deus nos dá vida todos os dias, nos cercando de bênçãos que nós sequer temos como retribuir.

Então, transforme seus “amigos secretos” em oportunidades de dar livremente, sem esperar um presente bom em troca. E, quando for anunciar a pessoa para quem você comprou algo, substitua “meu amigo secreto é” por “eu sou o amigo secreto de”. Isso ajuda a lembrar que o principal é dar, não receber.

Postado por #Vivendo para o Reino às 23:47 - quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Vivendo e Aprendendo: 50 tons de vergonha... na cara!

Certamente você já deve ter ouvido ou dito as seguintes frases: "Nossa, mas que cara de pau!", "Peroba nele...", "Pau que nasce torto nunca se endireita..." e por aí vai...

Há em todo homem um senso de julgamento de se achar melhor, de muitas vezes se julgar superior. Mesmo existindo aqueles que tem um senso de inferioridade gigantesco, como esse que vos escreve.

Ontem me coloquei em uma situação por causa da minha boca grande. Na verdade não é de hoje que coisas semelhantes acontecem. Fato é que "a grama do vizinho é sempre mais verde", então fica mais fácil analisar, comparar, questionar e executar (não sei como descrever) a ação de julgar!


Estava com algumas pessoas e elas falavam sobre o livro "50 tons de cinza", livro esse que não li, não conheço, mas que taxo como impróprio, condenável e com conteúdo erótico. Após liberar toda a minha "achologia" e demonstrar ser o detentor da mais soberana verdade, fiquei mal. Percebi que não adianta que eu grite para as pessoas o que deve ou não ser feito, pois quem sou eu?

Agradeço a Deus por passar por estas situações, pois assim eu aprendo (eu espero). Pelo menos reflito sobre minhas ações. Há alguns dias, estive com uma pessoa que fez o mesmo que fiz. Tudo o que eu fazia gerava um comentário de sua parte, me condenando por cada passo que eu dava para fora do seu padrão do que é certo. E isso me leva a pensar na hipocrisia, não vou dizer que nos cerca, mas que já está "incrustada" dentro de nós.

A hipocrisia é por que:

Temos que manter a imagem idônea diante do todos. Não podemos dar brecha, ou pisar 'fora da faixa'. Por isso precisamos rejeitar tudo o que pode nos comprometer diante dos holofotes.

Mas e quando essas luzes se apagam e todos se vão, o que vale? O que pode?

Revelamos quem realmente somos quando estamos sozinhos ou com alguém com quem temos uma grande intimidade. Nos esquecemos que o Deus que é invisível, mas real continua conosco. Quando me lembro disso, confesso que sinto um 'gelo', pois creio que no dia do grande juízo, o filme da minha vida irá passar no cinema do Céu... e todo olho verá!

Eu só acredito que precisamos nos fazer conhecidos pelas pessoas, assim como Deus nos conhece. Talvez este "conselho" possa gerar algum desconforto. Espero que eu não seja mal interpretado. A intenção não é fazer apologia e nem uma rebelião contra o livro, pois opinião e gosto... cada um tem a sua. Quero apenas compartilhar o que estou vivendo e aprendendo.